Indicadores Econômicos são destaques no Editorial do Estadão

Hoje, dia 25 de abril, a Boa Vista SCPC tem mais um motivo a comemorar. O fato relevante do dia é a divulgação no editorial de economia de um dos principais jornais de circulação diárias do país, o Estado De São Paulo. Dentre os diversos indicadores mensais e trimestrais, dois deles foram citados no editorial dedicado à empresa.

Os indicadores econômicos da empresa têm se mostrado bastante relevantes para o mercado financeiro e para o varejo, antecipando tendências, mostrando o comportamento das variáveis de crédito, inadimplência, atividade econômica, entre outras relevantes.

Os dados, gratuitos e periódicos, têm ganhado cada vez mais visibilidade, não só frente às empresas, mas também para a sociedade, que é beneficiada com a disponibilidade de mais informação, podendo assim planejar seu futuro, seja no campo da sustentabilidade da economia doméstica ou mesmo para um possível planejamento de negócios.

Segue abaixo a notícia na integra, podendo ser acessada através do site:

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,os-cheques-sem-fundos-e-a-recuperacao-do-credito,1158347,0.htm

A Boa Vista Serviços, administradora do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), anunciou na terça-feira que o volume de cheques sem fundos em março foi de 2,16% do total movimentado, ante 1,95% apurado em fevereiro. Mas houve menos cheques devolvidos do que em março do ano passado, quando representaram 2,31% do total.

Esse aumento das devoluções em março contraria o que se observava anteriormente, pois no conjunto do primeiro trimestre elas recuaram 7,1%, o que quase bate com o recuo de 7,5% no volume de cheques movimentados no período. Na comparação com fevereiro, o número de cheques devolvidos foi 14,4% maior, enquanto o total de cheques movimentados foi 2,9% maior, o que explica em parte que o índice de devoluções crescesse no mês.

Na semana passada, a Boa Vista SCPC já havia informado sobre a queda de 4,8% no pagamento de dívidas por parte dos consumidores, o que, em termos técnicos, assinala um recuo, de igual nível, no chamado indicador de recuperação de crédito, que é obtido pela quantidade de exclusões dos registros de inadimplentes, ou seja, menos inadimplentes foram excluídos da lista, em março sobre fevereiro. Esse indicador de recuperação de crédito se refere ao crédito geral no Brasil inteiro. No que se refere ao varejo apenas, o recuo no indicador de recuperação de crédito foi de 6,9% em março sobre fevereiro.

No conjunto dos 12 meses encerrados em março último, comparados com o período de 12 meses anteriores (abril/2012 a março/2013) a recuperação do crédito geral apresentou-se positiva em 2,6%, mas na área varejista ela ficou negativa em 4,6%, podendo representar seja um menor aumento do poder aquisitivo geral em relação ao aumento da inflação – que vem alcançando, principalmente, bens de salário, seja uma certa contenção nos reajustes salariais ocorridos ao longo do ano passado.

Confirmando um pouco o que foi dito se verifica que no acumulado deste ano, com o de igual período do ano passado, houve melhoria de 1,8% na recuperação do crédito geral, ao lado de queda de 14,8% na do crédito ao varejo. Nessa comparação entre os dois períodos, a recuperação mais firme do crédito geral ocorreu na Região Centro-Oeste (8,0%) com queda (-14,3%) no crédito ao varejo. A menor taxa de recuperação geral foi a do Nordeste (+2,2%), acompanhada da pior taxa no crédito ao varejo (-21,6%).

 

 

 

 

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