Recuperação de Crédito registra queda de 2,1% em maio

No acumulado do ano a recuperação cresceu 4,9%

São Paulo, 13 de junho de 2013 – Dados da Boa Vista Serviços, com abrangência nacional, apontam que a recuperação de crédito – apurada a partir da quantidade de exclusões dos registros de inadimplentes – recuou 2,1% em maio de 2013, em relação a abril, descontados os efeitos sazonais. Entretanto na comparação do acumulado dos últimos doze meses em relação aos doze meses anteriores a expansão da recuperação se manteve robusta, com elevação de 8,1%. No ano, a recuperação acumula crescimento de 4,9%.

De forma equivalente ao visto no indicador de registros, apesar do resultado negativo apresentado em maio, a Boa Vista Serviços espera que o indicador de recuperação de crédito mantenha a dinâmica de elevação observada nos quatro primeiros meses do ano até o final de 2013. As melhores condições do mercado de crédito e o aumento da população empregada continuam a representar fatores que contribuem positivamente para a recuperação de crédito em 2013.  Assim, projeta-se para o ano um aumento de 4,0% em relação a 2012.

Varejo

O indicador que considera a recuperação de crédito apenas no varejo divergiu do indicador geral e apresentou em abril um avanço de 4,7% em relação a abril de 2013, descontados os efeitos sazonais. Todas as regiões contribuíram para a elevação do indicador nacional, com destaque para Centro-Oeste (8,7%) e Sudeste (4,6%).

Já no acumulado em doze meses, comparado aos doze meses anteriores, o indicador do varejo expandiu 10,3%. Nesta mesma base de comparação todas as regiões tiveram crescimento em seus indicadores destacando-se Nordeste e Sul com 14,3% e 11,3%, respectivamente.

Regiões

As regiões Centro-Oeste e Sudeste foram as principais contribuições negativas no período, com retrações de 3,1% e 2,6%, respectivamente, em suas séries dessazonalizadas.

Quando confrontados os últimos 12 meses terminados em maio com os 12 meses terminados no mesmo mês de 2012, os destaques foram das regiões Nordeste (12,1%) e Centro Oeste (9,7%). O Sudeste apresentou variação de 7,0% na mesma base de comparação.

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