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Movimento do comércio cai 5,1% em maio no acumulado em 12 meses e atinge novo recorde negativo

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De acordo com os dados do varejo apurados pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), o movimento do comércio caiu 5,1% em maio na avaliação dos valores acumulados em 12 meses (desde junho de 2015 até maio contra os 12 meses antecedentes). Já na comparação dos dados com ajuste sazonal, maio apresentou avanço de 0,1% frente a abril. Na comparação mensal contra o mesmo mês do ano anterior, houve queda de 4,2%.

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O resultado no acumulado em 12 meses marca novo recorde negativo na série histórica do indicador, iniciado em 2010. Desde junho de 2015 o movimento do comércio entrou em território negativo, o resultado de maio, apesar do pequeno avanço na comparação mensal, segue a tendência de queda do setor, que deve permanecer negativo até o fim do ano. Fatores como elevação de juros, piora do mercado de trabalho e inflação em patamar elevado ainda são considerados como os principais condicionantes deste cenário.

Setores

Na análise mensal, dentre os principais setores, o setor de “Móveis e Eletrodomésticos” apresentou queda de 2,5% entre abril e maio, descontados os efeitos sazonais. Nos dados sem ajuste sazonal, a variação acumulada em 12 meses foi de -7,7%.

A categoria de “Tecidos, Vestuários e Calçados” caiu 0,2% no mês, expurgados os efeitos sazonais. Já na comparação da série sazonal, nos dados acumulados em 12 meses houve recuo de 6,3%.

A atividade do setor de “Supermercados, Alimentos e Bebidas” subiu 1,2% no mês, na série dessazonalizada. Na série sem ajuste, a variação acumulada em 12 meses recuou 4,2%.

Por fim, o segmento de “Combustíveis e Lubrificantes” subiu 0,3% no mês – considerando dados dessazonalizados. Na série sem ajuste, a variação acumulada em 12 meses apresentou queda de 4,4%.

Abaixo, a tabela contemplando os valores citados.

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Metodologia

O indicador Movimento do Comércio é elaborado a partir da quantidade de consultas à base de dados da Boa Vista, por empresas do setor varejista. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100, e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau.

A série histórica do indicador está disponível em: http://www.boavistaservicos.com.br/economia/movimento-comercio/

demanda

Demanda por crédito cai 6,8% em maio, revela Boa Vista SCPC

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A demanda do consumidor por crédito teve queda de 6,8% em maio/2016, na comparação com o mês anterior, de acordo com dados nacionais da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). O indicador caiu 8,9% na avaliação interanual, 6,3% no acumulado do ano (até maio/16), e 4,3% na variação acumulada em 12 meses. 

Considerando os segmentos que compõem o indicador, a avaliação mensal dessazonalizada mostrou que nas instituições financeiras houve queda de 3,8%, enquanto para o segmento não-financeiro caiu 8,8%.

A grande incerteza econômica gerou um cenário bastante adverso para o consumidor em 2015 e que permanece em 2016. A gradual deterioração da economia contribuiu decisivamente para piora do índice e que agora, de forma tímida, tenta se recuperar. Fatores como a alta das taxas de juros e inflação consistentemente elevada, aumento do desemprego são apenas algumas das variáveis condicionantes deste resultado, que gera como consequência um consumidor bastante cauteloso. Assim, a expectativa é que a demanda por crédito continue em território negativo, tornando a obter crescimento somente a partir de 2017.

A seguir, a tabela contendo o resumo dos dados apresentados.

Metodologia

O indicador de Demanda por Crédito – Pessoa Física é elaborado a partir da quantidade de consultas de CPF à base de dados da Boa Vista por empresas. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100 e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau.

A série histórica deste indicador inicia em 2010 e está disponível em: http://www.boavistaservicos.com.br/economia/demanda-por-credito/

cheques

Percentual de cheques devolvidos fica estável em maio, segundo Boa Vista SCPC

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O número de cheques devolvidos (segunda devolução por falta de fundos) como proporção do total de cheques movimentados permaneceu em 2,33% em maio de 2016. Com este resultado, o indicador não sofreu alteração em relação ao mês passado, mas superou o percentual atingido em maio de 2015, de 2,24%.

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Os cheques devolvidos aumentaram 7,9% na comparação mensal, enquanto os cheques movimentados cresceram 7,6%, o que levou à estabilidade do percentual no período.

O gráfico 1 mostra a evolução recente dos dados citados.

No acumulado do ano, o percentual de cheques devolvidos sobre movimentados atingiu 2,37% ante 2,18% registrado no mesmo período do ano anterior. Nessa mesma base de comparação, o percentual deste mês é o maior da série histórica.

No acumulado do ano, os cheques devolvidos recuaram 4,9%, enquanto os cheques movimentados diminuíram 12,5%. Separando os cheques devolvidos de pessoas físicas e jurídicas, na mesma base de comparação, observamos que a devolução foi 6,5% menor para as pessoas físicas e 1,3% inferior para as pessoas jurídicas.

A tabela 1 resume os dados.

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Metodologia

O Indicador de Cheques Devolvidos da Boa Vista SCPC é a proporção de cheques devolvidos (2ª devolução por insuficiência de fundos) sobre o total de cheques movimentados, que é o total de cheques compensados somados aos devolvidos.

A série histórica deste indicador inicia em 2006 e está disponível em:

http://www.boavistaservicos.com.br/economia/cheques-devolvidos/

Desde maio de 2012 a Boa Vista passou a utilizar como base para o cálculo da proporção de cheques devolvidos o total de cheques movimentados e não mais o total de cheques compensados. Consideramos o total de cheques movimentados a soma do total dos cheques devolvidos (2ª devolução por insuficiência de fundos) com o total dos cheques compensados em um determinado período.

namorados

Vendas no Dia dos Namorados recuam 5,8% em 2016, segundo Boa Vista SCPC

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Dados da Boa Vista SCPC mostram que em 2016 as vendas do comércio para o Dia dos Namorados recuaram 5,8% comparadas a 2015, registrando a segunda queda desta data comemorativa desde 2009. Em 2015, as vendas diminuíram 0,5% em relação ao mesmo período de 2014.

Com base na projeção de uma nova queda real no faturamento do comércio varejista, na proporção de vendas do período do dia dos namorados em relação ao total do mês e no resultado de queda de 5,8% no número de consultas da base de dados da Boa Vista SCPC, a FecomercioSP estimou que o faturamento total no varejo deve ter sido 11% menor do que em 2015 (descontada a inflação), ou de cerca de R$ 5 bilhões a menos do que no mesmo período do ano passado.

O movimento do Dia dos Namorados segue a tendência de queda das vendas do varejo e das demais datas comemorativas. Com esse resultado, aponta para mais um ano negativo para o comércio decorrente da inflação ainda elevada, dos juros altos, do forte aumento do desemprego, que afetam a disposição das famílias em consumir.

Metodologia

O cálculo do volume de vendas para o Dia dos Namorados de 2016 é baseado em uma amostra das consultas realizadas no banco de dados da Boa Vista SCPC, com abrangência nacional. Para este Dia dos Namorados foram consideradas as consultas realizadas no período de 1º a 12 de junho de 2016, comparadas às consultas realizadas entre 1º e 12 de junho de 2015.

Recuperacao de credito

Recuperação de crédito do consumidor sobe 5,4% no ano, diz Boa Vista SCPC

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A recuperação de crédito do consumidor – obtida a partir da quantidade de exclusões dos registros de inadimplentes – cresceu 5,4% no acumulado do ano (até maio de 2016), em comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com dados nacionais da Boa Vista SCPC. Também houve elevação de 0,7% na variação acumulada em 12 meses (período que abrange junho de 2015 até maio de 2016 contra os 12 meses antecedentes), e na avaliação mensal (maio/16 contra maio/15) a elevação foi de 16,4%. Já na análise mensal da série de dados ajustada sazonalmente (maio/16 contra abril/16) houve queda de 2,8% na recuperação de crédito do consumidor. 

Na observação dos dados pelas regiões do país, no resultado acumulado em 12 meses, houve alta em todas as regiões, exceto na Sudeste, que ainda apresenta queda de 3,4%. 

O indicador de recuperação de crédito apresentou nessa última aferição grande avanço, retornando em patamar positivo após praticamente dois anos. Apesar da melhoria, o quadro de inadimplência na economia ainda é negativo para o ano, uma vez que o aperto do orçamento das famílias e o consequente aumento dos registros de consumidores inadimplentes ainda ocorre em maior intensidade do que o pagamento das contas.

Metodologia

O indicador de recuperação de crédito é elaborado a partir da quantidade de exclusões dos registros de dívidas vencidas e não pagas informados anteriormente à Boa Vista pelas empresas credoras. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100 e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau.

A série histórica do indicador está disponível em: http://www.boavistaservicos.com.br/economia/recuperacao-de-credito/

day-namorados

Fatia dos consumidores que comprará presentes para o Dia dos Namorados despenca para 56%

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O número de consumidores que pretende comprar presente para o Dia dos Namorados desabou este ano: pesquisa nacional da Boa Vista SCPC mostrou que apenas 56% dos entrevistados planejam presentear nessa data, uma queda acentuada em comparação aos 92% do ano passado. A pesquisa foi realizada de 18 a 31 de maio, com consumidores de todas as regiões do Brasil.

O alto endividamento e a falta de condições financeiras são os principais motivos para não comemorar a data, com 45% das respostas. Para outros 12%, a principal razão é estar desempregado.

A queda na pretensão de compra é maior nas classes DE (de 91% para 52%), mas o recuo abrange também as classes AB (menos 29 pontos percentuais) e C (queda de 32 pontos percentuais).

O levantamento da Boa Vista SCPC mostrou também que, entre os que comprarão presentes, apenas 39% planejam gastar mais que no ano passado, enquanto 33% gastarão menos e 28% destinarão a mesma quantia para presentear no Dia dos Namorados.

O valor dos presentes também teve redução este ano, passando para R$ 260 em média, em comparação a R$ 313 em 2015 (uma queda ainda maior quando se considera a inflação no período). No geral, 67% gastarão no máximo R$ 200.

A pesquisa da Boa Vista SCPC revelou também que aumentou a proporção de consumidores que pretende comprar itens de perfumaria e cosméticos (de 8% para 14%). Os presentes para o Dia dos Namorados serão principalmente itens de vestuário, com 27%, vindo a seguir smartphones e celulares, com 18%.

O presente preferido, no entanto, não são produtos de consumo. O levantamento revelou que a maioria (37%) gostaria de ganhar uma viagem para comemorar a data e que 27% prefeririam ser convidados para um jantar romântico.

O pagamento à vista é o preferido por 64%, segundo a Boa Vista SCPC, e nesse grupo 44% usarão dinheiro em espécie e 34% optarão pelo cartão de débito. Entre os 36% que parcelarão a compra do presente no Dia dos Namorados, 66% pagarão com cartão de débito e 19% com carnê.

 

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Inadimplência do consumidor cresce 3,2% nos últimos 12 meses

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A inadimplência do consumidor obteve alta de 3,2% no acumulado em 12 meses até maio (acumulado entre junho de 2015 e maio de 2016 contra os 12 meses antecedentes) de acordo com dados nacionais da Boa Vista SCPC. No acumulado do ano a elevação foi de 3,5% quando comparado ao mesmo período em 2015. Na avaliação contra o mesmo mês do ano anterior houve queda de 8,9%, enquanto na série com ajuste sazonal a inadimplência recuou 2,2% na comparação com o mês anterior.

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Regionalmente, na análise acumulada em 12 meses, a região que apresentou a maior elevação foi a Centro-oeste, com 5,1%, seguida das regiões Norte (3,2%) e Sudeste (3,0%). As regiões Sul e Nordeste também obtiveram altas, de 2,9% e 2,7% respectivamente.

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A deterioração crescente do mercado de trabalho tem contribuído decisivamente para piora do orçamento das famílias e tem levado consequentemente a uma elevação dos atrasos nos pagamentos de dívidas e contas em geral. Por fim, após três anos de estabilidade, a inadimplência dos consumidores esboça sinais de crescimento e deverá se elevar ao longo de 2016.

Metodologia

O indicador de registro de inadimplência é elaborado a partir da quantidade de novos registros de dívidas vencidas e não pagas informados à Boa Vista pelas empresas credoras. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100 e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau. Em virtude da Lei Estadual de São Paulo n° 15.659/2015, a partir de setembro de 2015 passou-se a usar como referência para este estado o número de cartas de notificação enviadas aos consumidores em vez dos números de débitos ativos na base do SCPC.

A série histórica do indicador está disponível em: http://www.boavistaservicos.com.br/economia/registro-de-inadimplencia/

imprensa

Títulos protestados acumulam alta de 21,4% no ano, segundo Boa Vista SCPC

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De acordo com os dados da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), o número total de títulos protestados no país aumentou 21,4% no acumulado do ano em relação ao mesmo período do ano anterior. Mantida a base de comparação, os protestos das empresas e dos consumidores também cresceram, registrando 6,1% e 44,7%, respectivamente.

Na comparação interanual, os títulos protestados subiram 27,2%. Enquanto os protestos para os consumidores aumentaram 76,7%, os títulos protestados das empresas recuaram 5,6%.

Na comparação mensal, o número de títulos protestados subiu 4,9%. Para as famílias os números cresceram 13,4% e para as empresas diminuíram 4,1%.

O valor médio dos títulos protestados para o mês de maio de 2016 foi de R$ 4.161, sendo R$1.861 para as pessoas físicas e R$ 7.009 para as pessoas jurídicas. A tabela 1 mostra os dados citados.

 

Tabela 1 – Variação Títulos Protestados
Jan-Maio 2016/2015 Maio 2016/

Maio 2015

Maio 2016/

Abr 2016

Tícket

Médio

Pessoa Física 44,7% 76,7% 13,4% 1.861
Pessoa Jurídica 6,1% -5,6% -4,1% 7.009
TOTAL 21,4% 27,2% 4,9% 4.161

Fonte: Boa Vista SCPC

 

Títulos protestados de empresas por regiões

Em maio de 2016, os títulos protestados de empresas representaram um pouco menos da metade do total dos protestos no país (44,7%). A região Sudeste contribuiu com a maior parcela dos títulos protestados (50,5%), seguida das regiões Sul (24,7%), Nordeste (11,5%), Centro-Oeste (9,2%) e Norte (4,1%).

No acumulado do ano, o Centro-Oeste foi a região que obteve o maior crescimento, de 14,5%. O Norte, por sua vez, foi a única região que registrou queda (-1,7%).

Na comparação interanual, todas as regiões recuaram, com destaque para a queda de 22,4% no Norte. Na variação mensal, Nordeste e Norte diminuíram o número de protestos, 37,6% e 23,4%, respectivamente. O Centro-Oeste aumentou 15,9%, Sul 7,7% e Sudeste 1,9%.

O maior valor médio dos títulos protestados em maio foi na região Sudeste (R$9.459), ante uma média nacional para pessoa jurídica de R$ 7.009. A tabela 2 mostra as variações nos protestos de títulos para as pessoas jurídicas entre as regiões do país para os diferentes períodos.

 

Tabela 2 – Variações nos Protestos de Títulos PJ – Regiões
Região Variação no acumulado do ano Variação sobre o mesmo mês do ano anterior Variação sobre o mês anterior Valor médio (R$)
Norte -1,7% -22,4% -23,4% 5.361
Nordeste 8,4% -9,9% -37,6% 5.617
Sul 1,7% -2,7% 7,7% 3.401
Sudeste 7,0% -3,4% 1,9% 9.459
Centro-Oeste 14,5% -9,7% 15,9% 5.728
Brasil 6,1% -5,6% -4,1% 7.009
Período Jan-Maio  2016/2015 Maio 2016/

Maio 2015

Maio 2016/

Abr 2016

Maio 2016

Fonte: Boa Vista SCPC

alta-falencias

Pedidos de falência cresceram 27,5% no ano, diz Boa Vista SCPC

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Os pedidos de falência registraram alta de 27,5% no acumulado de 2016, em relação ao mesmo período de 2015, de acordo com dados nacionais da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Em maio, o número de pedidos de falências aumentou 34,0% em relação ao mesmo mês do ano anterior e 9,0% na comparação com o mês anterior (abril/16).

No acumulado do ano, as falências decretadas subiram 13,9%, em relação ao período equivalente do ano anterior. Na comparação interanual o aumento foi de 39,2% e na avaliação mensal (contra abril/16) o volume de falências decretadas subiu 26,2%.

Os pedidos de recuperação judicial e as recuperações judiciais deferidas, no acumulado do ano, continuam com tendência de alta, registrando aumento de 124,7% e 123,9%, respectivamente.  A tabela 1 resume os dados.

Com redução das receitas e elevação dos custos, a situação das empresas está cada vez mais difícil neste ano. Os indicadores de solvência mostram que 2016 está ainda mais complexo que o ano anterior, registrando números de falências e recuperações judicias alarmantes.

Sem perspectiva de melhora no cenário macroeconômico capaz de reverter essa situação ainda em 2016, os indicadores devem intensificar a tendência observada ao longo de 2015.

Metodologia

O indicador de falências e recuperações judiciais é construído com base na apuração dos dados mensais registradas na base de dados da Boa Vista SCPC, oriundas dos fóruns, varas de falências e dos Diários Oficiais e da Justiça dos estados.

A série histórica deste indicador se inicia em 2006 e está disponível em:

 http://www.boavistaservicos.com.br/economia/falencias-e-recuperacoes-judiciais/

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Percentual de cheques devolvidos foi de 2,33% em abril, segundo Boa Vista SCPC

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O número de cheques devolvidos (segunda devolução por falta de fundos) como proporção do total de cheques movimentados atingiu 2,33% em abril de 2016, de acordo com dados da Boa Vista SCPC.

O indicador apresentou queda na comparação com março, quando havia registrado 2,59%, mas superou o resultado do ano anterior, de 2,21%.

Os cheques devolvidos recuaram 17,2% na comparação mensal, enquanto os cheques movimentados caíram apenas 7,9%, o que contribuiu para a redução do percentual no período.

O gráfico 1 mostra a evolução recente dos dados citados.

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No acumulado do ano, o percentual de cheques devolvidos sobre movimentados atingiu 2,38% ante 2,16% registrado no mesmo período do ano anterior. Nessa mesma base de comparação, o percentual deste mês é o maior da série histórica.

No acumulado do ano, os cheques devolvidos recuaram 5,5%, enquanto os cheques movimentados diminuíram 14,0%. Separando os cheques devolvidos de pessoas físicas e jurídicas, na mesma base de comparação, observamos que a devolução foi 7,2% menor para as pessoas físicas e 1,6% inferior para as pessoas jurídicas.

A tabela 1 resume os dados.

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Metodologia

O Indicador de Cheques Devolvidos da Boa Vista SCPC é a proporção de cheques devolvidos (2ª devolução por insuficiência de fundos) sobre o total de cheques movimentados, que é o total de cheques compensados somados aos devolvidos.

A série histórica deste indicador inicia em 2006 e está disponível em:

http://www.boavistaservicos.com.br/economia/cheques-devolvidos

Desde maio de 2012 a Boa Vista passou a utilizar como base para o cálculo da proporção de cheques devolvidos o total de cheques movimentados e não mais o total de cheques compensados. Consideramos o total de cheques movimentados a soma do total dos cheques devolvidos (2ª devolução por insuficiência de fundos) com o total dos cheques compensados em um determinado período.