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Varejo cai 5,0% no acumulado em 12 meses, diz Boa Vista SCPC

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O movimento do comércio varejista caiu 5,0% em abril, na avaliação dos valores acumulados em 12 meses (maio/15 até abril/16 contra os 12 meses antecedentes), de acordo com dados nacionais da Boa Vista SCPC. Já na comparação mensal dos dados com ajuste sazonal, abril apresentou queda de 0,4% frente a março. Na comparação interanual, contra o mesmo mês do ano anterior, a queda observada foi de 5,2%.

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O resultado marca novo recorde negativo na série histórica dos valores acumulados em 12 meses, do indicador, iniciado em 2010. Desta forma, abril intensifica a tendência de queda mostrada pelo varejo desde julho de 2015, quando entrou em território negativo. Fatores como elevação de juros, piora do mercado de trabalho e inflação em patamar elevado podem ainda serem considerados como os principais condicionantes deste cenário.

Com as mesmas adversidades vivenciadas no ano passado, as vendas do varejo para o ano deverão permanecer negativas até o final do ano, marcando outro ano consecutivo de desempenho negativo do setor.

Setores

Na análise mensal, dentre os principais setores, o setor de “Móveis e Eletrodomésticos” apresentou queda de 2,3% entre março e abril, descontados os efeitos sazonais. Nos dados sem ajuste sazonal, a variação acumulada em 12 meses foi de -7,9%.

A categoria de “Tecidos, Vestuários e Calçados” caiu 0,6% no mês, expurgados os efeitos sazonais. Já na comparação da série sazonal, nos dados acumulados em 12 meses houve recuo de 5,7%.

A atividade do setor de “Supermercados, Alimentos e Bebidas” subiu 1,1% no mês, na série dessazonalizada. Na série sem ajuste, a variação acumulada em 12 meses recuou 4,3%.

Por fim, o segmento de “Combustíveis e Lubrificantes” apresentou queda de 0,2% no mês – considerando dados dessazonalizados. Na série sem ajuste, a variação acumulada em 12 meses apresentou queda de 4,4%.

Abaixo segue a tabela contemplando os valores citados acima.

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Metodologia

O indicador Movimento do Comércio é elaborado a partir da quantidade de consultas à base de dados da Boa Vista, por empresas do setor varejista. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100, e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau.

A série histórica do indicador está disponível em: http://www.boavistaservicos.com.br/economia/movimento-comercio/

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Percentual de cheques devolvidos atingiu 2,59% em março, segundo Boa Vista SCPC

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O número de cheques devolvidos (segunda devolução por falta de fundos) como proporção do total de cheques movimentados[1] atingiu 2,59% em março de 2016, registrando o maior percentual da série histórica iniciada em 2006, de acordo com dados da Boa Vista SCPC.

O indicador apresentou alta na comparação com fevereiro, quando havia registrado 2,22%, e também superou o resultado do ano anterior, de 2,27%.

Os cheques devolvidos aumentaram 22,6% na comparação mensal, enquanto os cheques movimentados subiram apenas 4,9%, o que contribuiu para a alta do percentual no período.

O gráfico 1 mostra a evolução recente dos dados citados.

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No acumulado do trimestre, o percentual de cheques devolvidos sobre movimentados atingiu 2,39% ante 2,15% registrado no mesmo período do ano anterior. Nessa mesma base de comparação, o percentual deste mês é o maior da série histórica.

No acumulado do ano, os cheques devolvidos recuaram 3,5%, enquanto os cheques movimentados diminuíram 13,3%. Separando os cheques devolvidos de pessoas físicas e jurídicas, na mesma base de comparação, observamos que a devolução foi 5,3% menor para as pessoas físicas e 0,7% maior para as pessoas jurídicas.

A tabela 1 resume os dados.

Tabela 1 – Cheques
Período Devolvidos

(2ª devolução)

Compensados

(Trocados)

Movimentados Devolvidos/

Movimentados

Março 2016 1.354.990 50.932.420 52.287.410 2,59%
Fevereiro 2016 1.105.579 48.718.790 49.824.369 2,22%
Março 2015 1.415.154 60.879.810 62.294.964 2,27%
Acum. 2016 3.590.084 146.485.310 150.075.394 2,39%
Acum. 2015 3.720.737 169.357.500 173.078.237 2,15%
Acum. 2014 4.010.143 190.569.080 194.579.223 2,06%
Acum. 2013 4.316.844 206.035.910 210.352.754 2,05%
Acum. 2012 4.711.106 230.627.960 235.339.066 2,00%
Acum. 2011 4.827.058 255.190.730 260.017.788 1,86%
Acum. 2010 5.406.421 281.070.200 286.476.621 1,89%
Acum. 2009 7.363.009 311.494.150 318.857.159 2,31%

Fonte: Boa Vista SCPC

Metodologia

O Indicador de Cheques Devolvidos da Boa Vista SCPC é a proporção de cheques devolvidos (2ª devolução por insuficiência de fundos) sobre o total de cheques movimentados, que é o total de cheques compensados somados aos devolvidos.

A série histórica deste indicador inicia em 2006 e está disponível em:

http://www.boavistaservicos.com.br/economia/cheques-devolvidos/

[1] Desde maio de 2012 a Boa Vista passou a utilizar como base para o cálculo da proporção de cheques devolvidos o total de cheques movimentados e não mais o total de cheques compensados. Consideramos o total de cheques movimentados a soma do total dos cheques devolvidos (2ª devolução por insuficiência de fundos) com o total dos cheques compensados em um determinado período.

PMC: No acumulado em 12 meses, comércio registra alta de 5,0% em fevereiro

Movimento do Comércio cai 7,1% no primeiro trimestre, diz Boa Vista SCPC

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O movimento do comércio caiu 7,1% no primeiro trimestre de 2016, na comparação contra o mesmo período do ano anterior, de acordo com os dados nacionais do varejo apurados pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Na avaliação dos valores acumulados em 12 meses, a tendência de queda foi intensificada em 0,3 p.p., atingindo 4,5%. Na comparação de março contra o mesmo mês do ano anterior, a queda observada foi de 5,4%. Já na comparação dos dados com ajuste sazonal, março apresentou elevação de apenas 0,3% contra fevereiro de 2016.

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O resultado marca novo recorde negativo na série histórica do indicador, iniciado em 2010. Desta forma, março continua a tendência de queda mostrada pelo varejo desde julho de 2015, quando entrou em território negativo. Fatores como elevação de juros, piora do mercado de trabalho e inflação em patamar elevado podem ser considerados como os principais condicionantes deste cenário.

Para 2016, o cenário econômico continua desafiador. Com as mesmas adversidades vivenciadas no ano passado, as vendas do varejo para o ano possivelmente continuarão em patamar negativo.

Setores

Na análise mensal, dentre os principais setores, o setor de “Móveis e Eletrodomésticos” apresentou queda de 0,6% entre fevereiro e março, descontados os efeitos sazonais. Nos dados sem ajuste sazonal, a variação acumulada em 12 meses foi de -7,7%.

A categoria de “Tecidos, Vestuários e Calçados” caiu 0,7% no mês, expurgados os efeitos sazonais. Já na comparação da série sazonal, nos dados acumulados em 12 meses houve recuo de 5,6%.

A atividade do setor de “Supermercados, Alimentos e Bebidas” subiu 1,1% no mês, na série dessazonalizada. Na série sem ajuste, a variação acumulada em 12 meses recuou 3,5%.

Por fim, o segmento de “Combustíveis e Lubrificantes” apresentou elevação de 0,2% no mês – considerando dados dessazonalizados. Na série sem ajuste, a variação acumulada em 12 meses apresentou queda de 4,0%.

Abaixo segue a tabela contemplando os valores citados acima.

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Metodologia

O indicador Movimento do Comércio é elaborado a partir da quantidade de consultas à base de dados da Boa Vista, por empresas do setor varejista. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100, e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau.

A série histórica do indicador está disponível em: http://www.boavistaservicos.com.br/economia/movimento-comercio/

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Demanda do consumidor por crédito cai 1,0% em março, diz Boa Vista SCPC

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A demanda do consumidor por crédito apontou queda de 1,0% na avaliação mensal (mar/16 contra fev/16), de acordo com dados nacionais da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), na série dos dados com ajuste sazonal. Contudo, na variação acumulada em 12 meses, o indicador manteve tendência negativa, com queda de 5,6%. Já na avaliação interanual, contra o mesmo mês do ano anterior, a retração foi de 3,8%.

Considerando os segmentos que compõem o indicador, a avaliação mensal dessazonalizada mostrou que nas instituições financeiras houve aumento de 6,1%, enquanto para o segmento não-financeiro a variação foi negativa em 5,3%.

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A grande incerteza econômica gerou um cenário bastante adverso para o consumidor em 2015 e que permanece em 2016. A gradual deterioração dos indicadores econômicos contribuiu decisivamente para piora do índice e que agora, de forma tímida, tenta se recuperar.

Fatores como a alta das taxas de juros, inflação consistentemente elevada e piora do mercado de trabalho são apenas algumas das variáveis condicionantes desse resultado. Como consequência, o consumidor mantém-se bastante cauteloso. Assim, a demanda por crédito que já havia sido negativa em 2014, continua com essa tendência. Mesmo com uma leve inflexão a partir do segundo semestre de 2015, a retomada ainda não ocorre de forma significativa para que a procura por crédito retorne a níveis positivos.

Abaixo segue a tabela contendo o resumo dos dados apresentados no texto.

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Metodologia

O indicador de Demanda por Crédito – Pessoa Física é elaborado a partir da quantidade de consultas de CPF à base de dados da Boa Vista por empresas. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100 e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau.

A série histórica deste indicador inicia em 2010 e está disponível em: http://www.boavistaservicos.com.br/economia/demanda-por-credito/

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No 1º trimestre do ano, títulos protestados acumulam alta de 16,4%, segundo Boa Vista SCPC

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De acordo com os dados da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), o número total de títulos protestados no país registrou alta de 16,4% no primeiro trimestre do ano em reação ao mesmo período do ano anterior. Mantida a base de comparação, os protestos das empresas e dos consumidores continuaram em alta, registrando 9,3% e 27,4%, respectivamente.

Na comparação interanual, os títulos protestados subiram 11,3%. Os protestos aumentaram para os consumidores (39,1%) e recuaram para as empresas (-6,5%).

Na comparação mensal, o número de títulos protestados subiu 15,3%. Para as famílias os números cresceram 34,7% e para as empresas apenas 1,5%.

O valor médio dos títulos protestados para o mês de março de 2016 foi de R$ 3.735, sendo R$ 2.140 para as pessoas físicas e R$ 5.246 para as pessoas jurídicas. A tabela 1 mostra os dados citados.

 

Tabela 1 – Variação Títulos Protestados
  Jan-Mar 2016/2015 Mar 2016/

Mar 2015

Mar 2016/

Fev 2016

Ticket

Médio

Pessoa Física 27,4% 39,1% 34,7% 2.140
Pessoa Jurídica 9,3% -6,5% 1,5% 5.246
TOTAL 16,4% 11,3% 15,3% 3.735

Fonte: Boa Vista SCPC

 

Títulos protestados de empresas por regiões

Em março de 2016, os títulos protestados de empresas representaram mais da metade do total dos protestos no país (51,3%). A região Sudeste contribuiu com a maior parcela dos títulos protestados (52,6%), seguida das regiões Sul (21,5%), Nordeste (11,6%), Centro-Oeste (10,0%) e Norte (4,4%).

No acumulado do ano, todas as regiões registraram alta, com destaque para o Centro-Oeste que obteve o maior crescimento, de 30,0%. Na comparação interanual, apenas as regiões Centro-Oeste e Sudeste registraram valores superiores aos do ano passado, com 2,8% e 1,4%, respectivamente.

O maior valor médio dos títulos protestados em março de 2016 foi na região Centro-Oeste (R$ 14.893), ante uma média nacional para pessoa jurídica de R$ 5.246. A tabela 2 mostra as variações nos protestos de títulos para as pessoas jurídicas entre as regiões do país para os diferentes períodos.

 

Tabela 2 – Variações nos Protestos de Títulos PJ – Regiões
Região Variação no acumulado do ano Variação sobre o mesmo mês do ano anterior Variação sobre o mês anterior Valor médio (R$)
Norte 0,3% -20,1% -6,2% 6.606
Nordeste 1,8% -18,4% 2,7% 5.633
Sul 2,9% -16,4% -7,8% 2.911
Sudeste 11,6% 1,4% 6,2% 4.167
Centro-Oeste 30,0% 2,8% 1,7% 14.893
Brasil 9,3% -6,5% 1,5% 5.246
Período Jan-Mar 

2016/2015

Mar 2016/

Mar 2015

Mar 2016/

Fev 2016

Março 2016

Fonte: Boa Vista SCPC

Nota metodológica

O indicador de títulos protestados mostra a evolução da quantidade de registros de débitos decorrentes de protestos de títulos, informados por cartórios de protestos no referido mês.

A série histórica deste indicador inicia em 2006 e está disponível em: http://www.boavistaservicos.com.br/economia/titulos-protestados/

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Vendas para a Páscoa recuaram 5,8% em 2016, segundo Boa Vista SCPC

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Dados da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) mostraram que em 2016 as vendas do comércio para a Páscoa recuaram 5,8% quando comparadas ao mesmo período do ano anterior. Em 2015, a queda foi menos intensa (-0,3%). O resultado deste ano é o segundo negativo da série histórica, que teve início em 2008, conforme gráfico 1.

 

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Diante do fraco desempenho econômico, do mercado de trabalho desaquecido e da perda de poder aquisitivo das famílias, uma retomada de confiança dos consumidores ainda parece distante para movimentar a economia e as vendas do varejo. Podemos observar que as vendas na Páscoa seguem a tendência do varejo, portanto, antecipa mais um ano difícil para o comércio.

Metodologia: O cálculo do volume de vendas para esta data foi baseado em uma amostra das consultas realizadas no banco de dados da Boa Vista SCPC, com abrangência nacional. Para esta data foram consideradas as consultas realizadas no período de 21 a 27 de março de 2016, comparadas às consultas realizadas entre 30 de março e 5 de abril de 2015.

percentual-de-cheques-devolvidos-atinge-198-em-agosto-revela-boa-vista-scpc

Percentual de cheques devolvidos atinge 2,22% em fevereiro, segundo indicador da Boa Vista SCPC

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O número de cheques devolvidos (segunda devolução por falta de fundos) como proporção do total de cheques movimentados[1] registrou 2,22% em fevereiro de 2016, contra o resultado de 2,35% no mês anterior. O indicador apresentou alta na comparação com fevereiro do ano anterior, quando havia registrado 2,15%.

Os cheques devolvidos recuaram 2,1% na comparação mensal, enquanto os cheques movimentados registraram alta de 3,9%, o que contribuiu para a queda do percentual no período.

O gráfico 1 mostra a evolução recente dos dados citados.

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No acumulado do bimestre, o percentual de cheques devolvidos sobre movimentados atingiu 2,29% ante 2,08% registrado no mesmo período do ano anterior. Nessa mesma base de comparação, o percentual deste mês é o maior da série histórica, iniciada em 2006.

No acumulado do ano, os cheques devolvidos recuaram 3,1%, enquanto os cheques movimentados diminuíram 11,7%. Separando os cheques devolvidos de pessoas físicas e jurídicas, na mesma base de comparação, observamos que a devolução foi 5,0% menor para as pessoas físicas e 1,5% maior para as pessoas jurídicas.

A tabela 1 resume os dados.

Tabela 1 – Cheques
Período Devolvidos

(2ª devolução)

Compensados

(Trocados)

Movimentados Devolvidos/

Movimentados

Fevereiro 2016 1.105.579 48.718.790 49.824.369 2,22%
Janeiro 2016 1.129.515 46.834.100 47.963.615 2,35%
Fevereiro 2015 1.131.476 51.597.200 52.728.676 2,15%
Acum. 2016 2.235.094 95.552.890 97.787.984 2,29%
Acum. 2015 2.305.583 108.477.690 110.783.273 2,08%
Acum. 2014 2.607.384 127.178.450 129.785.834 2,01%
Acum. 2013 2.725.607 138.752.730 141.478.337 1,93%
Acum. 2012 2.993.939 152.215.440 155.209.379 1,93%
Acum. 2011 2.947.018 166.939.150 169.886.168 1,73%
Acum. 2010 3.284.603 177.280.850 180.565.453 1,82%
Acum. 2009 4.605.337 199.370.560 203.975.897 2,26%

 

Metodologia

O Indicador de Cheques Devolvidos da Boa Vista SCPC é a proporção de cheques devolvidos (2ª devolução por insuficiência de fundos) sobre o total de cheques movimentados, que é o total de cheques compensados somados aos devolvidos.

A série histórica deste indicador inicia em 2006 e está disponível em:

http://www.boavistaservicos.com.br/economia/cheques-devolvidos/

 

[1] Desde maio de 2012 a Boa Vista passou a utilizar como base para o cálculo da proporção de cheques devolvidos o total de cheques movimentados e não mais o total de cheques compensados. Consideramos o total de cheques movimentados a soma do total dos cheques devolvidos (2ª devolução por insuficiência de fundos) com o total dos cheques compensados em um determinado período.

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Páscoa não anima e consumidor deve gastar menos neste ano, constata Boa Vista SCPC

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Os consumidores estão pouco animados em relação à Páscoa: 79% pretendem gastar menos nas comemorações da data e 70% darão atenção prioritária ao preço e às promoções, e não para a qualidade dos produtos. Os dados são da Pesquisa Hábitos de Consumo realizada pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), em todo o Brasil, com a finalidade de verificar o comportamento do consumidor em relação às comemorações da data.

A retração dos consumidores para a Páscoa ficou clara também quando se comparam os números deste ano com o levantamento de 2015 da Boa Vista SCPC. A porcentagem dos que pretendem comprar ovos de Páscoa em 2016 é de 45%, ou 15 pontos percentuais abaixo do ano passado. A maior parte deles (55%) vai optar este ano por produtos como bombons, colombas e barras de chocolate. A pesquisa da Boa Vista SCPC revelou que o valor a ser gasto nas comemorações da Páscoa será de R$ 82 em 2016, em comparação a R$ 95 no ano passado.

Na divisão por regiões do País, a procura por preço menor e promoções será maior no Centro-Oeste, onde 77% farão essa opção (contra 52% em 2015). No Sul a fatia é de 72% (55% no ano passado), no Sudeste, 72% (55%) e no Norte, 67% (45%) e no Nordeste 57% (62%). A prioridade para preço e promoções será maior na classe C (74%), vindo a seguir as classes D/E (70%) e as A/B (62%).

Além disso, segundo a pesquisa da Boa Vista SCPC, 53% dizem que a Páscoa gera despesas extras de supermercado pela compra de produtos como bacalhau, peixe, colomba, bebidas, entre outros. Para 60%, a data é sinônimo de celebração, enquanto 20% relacionam a Páscoa com feriado e outros 20% a associam ao consumo de chocolate.

A maioria (83%) pretende pagar à vista as compras referentes à data, dos quais 53% usarão dinheiro como meio de pagamento; depois vem o cartão de débito, com 38%, e cartão de crédito, com 8%. Entre os 17% que pagarão a prazo, 86% planejam usar o cartão de crédito.

Confira a Pesquisa Hábitos de Consumo – Páscoa 2016 na íntegra no endereço: http://www.boavistaservicos.com.br/wp-content/uploads/2016/03/resultados-pesquisa-pascoa-2016.pdf

Nota metodológica

Os dados da pesquisa “Hábitos de Consumo – Páscoa 2016” foram obtidos por meio de um levantamento eletrônico realizado pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), de 02 a 23 de fevereiro de 2016, com 504 consumidores usuários do site Consumidor Positivo www.consumidorpositivo.com.br. Para leitura geral dos resultados, deve-se considerar 95% de grau de confiança e margem de erro de 4%, para mais ou para menos.

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Inadimplência oculta atrapalha recuperação de crédito, diz Boa Vista SCPC

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O Indicador de Recuperação de Crédito do Consumidor, obtido a partir da quantidade de exclusões dos registros de inadimplentes da base da Boa Vista SCPC, em todo o país, apontou queda de 3,6% na comparação acumulada em 12 meses (mar/15 a fev/16 contra os 12 meses antecedentes), aumentando 2,1 pontos percentuais, desde a última aferição divulgada em setembro de 2015.

Na variação interanual (fev/16 contra fev/15) o indicador apresentou queda de 8,2%. Já na análise mensal (fev/16 contra jan/16), da série de dados ajustada sazonalmente, houve elevação de 3,3%.

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Em termos regionais, na comparação dos dados acumulados em 12 meses observa-se alta da recuperação de crédito nas regiões Norte (8,2%), Sul (7,6%) Centro-Oeste (6,3%) e Nordeste (2,6%). Já a região Sudeste é a principal responsável pela retração da média nacional, com queda de 10,9%, mantida a base de comparação.

 

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Em decorrência da Lei Estadual de São Paulo n° 15.659/2015, o processo de negativação dos consumidores inadimplentes foi alterado, dificultando os novos registros e, consequentemente, comprometendo a recuperação de crédito na região Sudeste. Conhecida como Lei do AR (Aviso de Recebimento), a norma determina que o consumidor inadimplente e residente no Estado de São Paulo somente poderá ser inserido nos bancos de dados após assinar o Aviso de Recebimento, ao invés da carta simples utilizada até então. Como a dívida não pode ser exibida, um efeito de inadimplência “oculta” é gerado no sistema financeiro.

Com a redução no número de registros de inadimplentes, a recuperação foi fortemente afetada e agora cerca a incapacidade de recuperar esses valores como questão ainda mais preocupante.

Dessa forma, o Estado de São Paulo que possuía uma representatividade média de 65% da recuperação de crédito na região sudeste, passou a corresponder apenas 30% dos valores regionais, influenciando também o resultado negativo do indicador agregado nacional.

Metodologia

O indicador de recuperação de crédito é elaborado a partir da quantidade de exclusões dos registros de dívidas vencidas e não pagas informados anteriormente à Boa Vista pelas empresas credoras. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100 e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau.

A série histórica do indicador está disponível em: http://www.boavistaservicos.com.br/economia/recuperacao-de-credito/

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73% dos brasileiros temem pela economia e o desemprego é o maior “fantasma”

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A maioria dos consumidores (73%) avalia que a economia brasileira em 2016 está em pior situação do que no ano passado. Para 17% está igual e para 10% está melhor.

O desemprego é o que mais preocupa esses consumidores (57%), seguido da inflação (23%), da diminuição da renda (11%) e da redução das linhas de crédito (9%).

Na região Norte, a preocupação com o desemprego é ainda maior: 71% dos consumidores possuem esse temor. E nas classes D/E são 67% dos entrevistados que se preocupam com o desemprego.

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No entanto, quanto à sua própria situação financeira, os consumidores estão otimistas: 88% consideram que suas finanças pessoais em 2016 estarão melhor ou no mesmo nível do ano anterior. Para 12% as finanças estarão piores este ano.

As constatações são da Pesquisa Hábitos de Consumo – Dia Mundial do Consumidor 2016 realizada pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), em todo o Brasil, de 2 a 23 de fevereiro.

O desânimo com a atual situação da economia é maior no Sudeste, onde a fatia de pessimistas foi de 78%, em comparação a 74% no Centro-Oeste e também no Sul, 73% no Nordeste e 50% no Norte.

Na divisão por classe de renda, o levantamento da Boa Vista SCPC mostrou que a classe A/B é a mais pessimista com a economia brasileira, com fatia de 83%. Logo em seguida vêm as classes C e D/E, ambas com 74%.

As mulheres estão mais pessimistas com a situação do Brasil – 80% delas consideram que houve piora na economia este ano, contra 70% dos homens.

A visão dos consumidores é favorável em relação a suas contas pessoais. A pesquisa da Boa Vista SCPC revelou que 48% deles consideram que as contas estão equilibradas, embora uma fatia expressiva (42%) gastem mais do que recebem. O estudo mostrou também que 46% consideram-se “equilibrados” em relação a seus hábitos de consumo. Os consumidores que se consideram “muito econômicos” são os mais preocupados quanto a suas finanças pessoais: 56% deles consideram que suas contas estão em igual ou em pior situação do que estavam no ano passado. Já 90% dos “muito consumistas” avaliam que houve melhora em suas finanças.

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Além disso, a Boa Vista SCPC verificou na pesquisa que o consumidor econômico é também o mais pessimista em relação à situação da economia brasileira. Uma fatia de 89% desse perfil de pesquisado espera um ano negativo para a economia, porcentagem que cai para 70% entre os “muito consumistas”.

Confira a Pesquisa Hábitos de Consumo – Dia Mundial do Consumidor 2016 na íntegra no endereço: http://www.boavistaservicos.com.br/wp-content/uploads/2016/03/resultados-pesquisa-dia-mundial-consumidor-2016.pdf

Nota metodológica

Os dados da pesquisa “Hábitos de Consumo – Dia Mundial do Consumidor 2016” foram obtidos por meio de um levantamento eletrônico realizado pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), de 02 a 23 de fevereiro de 2016, com 504 consumidores usuários do site Consumidor Positivo www.consumidorpositivo.com.br. Para leitura geral dos resultados, deve-se considerar 95% de grau de confiança e margem de erro de 4%, para mais ou para menos.