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Movimento do comércio cai 1,3% em abril, diz Boa Vista SCPC

Inadimplência do consumidor cai 4,2% em agosto, diz Boa Vista SCPC

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A inadimplência do consumidor obteve queda de 4,2% em agosto de acordo com dados nacionais da Boa Vista SCPC, descontados efeitos sazonais. Nos valores acumulados em 12 meses até o mês de referência (entre setembro de 2015 e agosto de 2016 contra os 12 meses antecedentes) houve elevação de 2,2%. Na avaliação contra o mesmo mês do ano anterior, agosto apresentou queda de 10,0%, enquanto no acumulado do ano houve alta de 1,0% frente ao mesmo período do ano anterior.

Regionalmente, na análise acumulada em 12 meses, a maior elevação ocorreu no Norte (3,9%), seguida das regiões Nordeste (3,7%), Centro-Oeste (3,5%) e Sudeste (2,0%). Já a região Sul obteve queda de 0,3%.

A cautela do consumidor, a fraca atividade econômica e a respectiva diminuição do endividamento das famílias têm agido de modo a compensar os fatores macroeconômicos que pressionam negativamente o orçamento das famílias, tais como como inflação em patamares elevados, aumento do desemprego e diminuição da renda. Desta forma, o fluxo de inadimplência permaneceu praticamente estável ao longo de 2016, perspectiva que deverá ser mantida até meados de 2017.

Metodologia

O indicador de registro de inadimplência é elaborado a partir da quantidade de novos registros de dívidas vencidas e não pagas informados à Boa Vista pelas empresas credoras. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100 e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau. Em virtude da Lei Estadual de São Paulo n° 15.659/2015, a partir de setembro de 2015 passou-se a usar como referência para este estado o número de cartas de notificação enviadas aos consumidores em vez dos números de débitos ativos na base do SCPC.

A série histórica do indicador está disponível em: http://www.boavistaservicos.com.br/economia/registro-de-inadimplencia/

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Pedidos de falência registram alta de 20,5% no acumulado do ano, segundo Boa Vista SCPC

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Os pedidos de falência registraram alta de 20,5% no acumulado de 2016 em relação ao mesmo período de 2015, segundo dados da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), com abrangência nacional. Em agosto, o número de pedidos de falências recuou 3,9% na comparação mensal e aumentou 4,3% na comparação com agosto de 2015.

No acumulado do ano, as falências decretadas subiram 10,7% em relação ao período equivalente do ano anterior. Na comparação interanual aumentaram 31,2% e recuaram 4,7% ante o mês anterior.

Os pedidos de recuperação judicial e as recuperações judiciais deferidas, no acumulado do ano, registraram alta de 70,4% e 71,0%, respectivamente.  A tabela 1 resume os dados.

 

Tabela 1 – Variações nas Falências e Recuperações Judiciais
Jan-Ago 2016 / 2015 Ago-16 / Ago-15 Ago-16 / Jul-16
Pedidos de Falência 20,5% 4,3% -3,9%
Falências Decretadas 10,7% 31,2% -4,7%
Pedidos de Recuperação Judicial 70,4% -8,6% -4,8%
Recuperações Judiciais Deferidas 71,0% -17,8% -13,4%

Fonte: Boa Vista SCPC

Mesmo com relativa melhora das expectativas macroeconômicas, os indicadores de solvência continuam maiores do que os registrados no ano anterior e, apesar da leve desaceleração apresentada nesta aferição, essa tendência não deve se reverter neste ano.

Metodologia

O indicador de falências e recuperações judiciais é construído com base na apuração dos dados mensais registradas na base de dados da Boa Vista SCPC, oriundas dos fóruns, varas de falências e dos Diários Oficiais e da Justiça dos estados.

A série histórica deste indicador se inicia em 2006 e está disponível clicando aqui.

Demanda do consumidor por crédito sobe 0,5% em fevereiro, revela indicador da Boa Vista Serviços

Demanda do consumidor por crédito sobe 11,9% em julho

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De acordo com dados nacionais da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), em julho o indicador de Demanda do Consumidor por Crédito apontou alta de 11,9% na avaliação contra junho, descontados os efeitos sazonais. Já na variação acumulada em 12 meses houve intensificação da tendência de queda, que passou de -5,1% no mês anterior para atuais -6,0%, enquanto na avaliação de julho contra o mesmo mês do ano anterior o indicador caiu 9,9%.

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Considerando os segmentos que compõem o indicador, a avaliação mensal dessazonalizada mostrou que nas instituições financeiras houve elevação de 10,8%, enquanto para o segmento não-financeiro a alta foi de 12,5%.

Apesar de alguma melhoria de expectativas para a economia, o cenário predominante ainda é de muita incerteza para o consumidor. Fatores como altas taxas de juros, rendimentos reais negativos e desemprego elevado são apenas algumas das variáveis condicionantes deste resultado, que gera como consequência um consumidor bastante cauteloso. Desta forma, a expectativa é de que a demanda por crédito continue em território negativo por ora, aferindo níveis positivos na tendência (variação acumulada em 12 meses) somente a partir de 2017.

Abaixo segue a tabela contendo o resumo dos dados apresentados.

Tabela 1 – Resumo

Demanda por Crédito – Pessoa Física
  Acum 16/15 Jul16/Jul15 Jul16/Jun16* 12 meses
Geral -8.9% -9.9% 11.9% -6.0%
Financeiro -15.0% -16.1% 10.8% -9.9%
Não Financeiro -5.2% -6.1% 12.5% -3.7%

* Séries dessazonalizadas
Fonte: Boa Vista SCPC

 

Metodologia

O indicador de Demanda do Consumidor por Crédito é elaborado a partir da quantidade de consultas de CPF à base de dados da Boa Vista SCPC por empresas. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100 e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau.

A série histórica deste indicador inicia em 2010 e está disponível aqui.

 

Recuperação de crédito cresce 3,5% em 2013, aponta Boa Vista Serviços

Boa Vista SCPC: recuperação de crédito sobe 3,8% no ano

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O indicador de recuperação de crédito – obtido a partir da quantidade de exclusões dos registros de inadimplentes da base da Boa Vista SCPC – apontou alta de 3,8% no primeiro semestre. Apesar da elevação no ano, o indicador ainda aponta queda de 0,2% na variação acumulada em 12 meses (período que abrange julho de 2015 até junho de 2016 contra os 12 meses antecedentes). Já na avaliação mensal contra junho de 2015 houve queda de 8,6%, enquanto na análise da série de dados ajustada sazonalmente houve queda de 5,1% frente a maio.

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Em termos regionais, na comparação do primeiro semestre contra o mesmo período do ano anterior observou-se alta em todas as regiões. Desta forma, ficou a seguinte configuração: Norte (6,6%), Centro-Oeste (5,4%), Nordeste (5,0%), Sul (0,2%) e Sudeste (3,7%).

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Após grande avanço no indicador de recuperação de crédito registrado no último mês, a aferição atual mostrou novos resultados negativos. Desta forma, o quadro de inadimplência na economia torna a se deteriorar, uma vez que o aumento dos registros de consumidores inadimplentes realizados nos últimos meses ainda ocorre em maior intensidade do que a do pagamento das contas.

Metodologia

O indicador de recuperação de crédito é elaborado a partir da quantidade de exclusões dos registros de dívidas vencidas e não pagas informados anteriormente à Boa Vista SCPC pelas empresas credoras. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100 e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau.

A série histórica do indicador está disponível em: http://www.boavistaservicos.com.br/economia/recuperacao-de-credito/

Tendência de inadimplência é manter ritmo de queda

Inadimplência do consumidor cresce 2,8% no 1º semestre, segundo Boa Vista SCPC

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A inadimplência do consumidor obteve alta de 2,8% no primeiro semestre de 2016 de acordo com dados nacionais da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Nos valores acumulados em 12 meses até junho (entre julho de 2015 e junho de 2016 contra os 12 meses antecedentes) a elevação foi de 3,2%. Na avaliação contra o mesmo mês do ano anterior, junho apresentou queda de 8,1%, enquanto na série com ajuste sazonal houve alta de 2,6% na comparação com o mês anterior.

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Regionalmente, na análise acumulada em 12 meses, a maior elevação ocorreu na região Centro-Oeste, com 4,6%, seguida das regiões Sudeste (3,3%) e Norte (2,9%). As regiões Sul e Nordeste também obtiveram altas, de 3,1% e 2,2% respectivamente.

A deterioração crescente do mercado de trabalho tem contribuído decisivamente para piora do orçamento das famílias e tem levado consequentemente a uma elevação dos atrasos nos pagamentos de dívidas e contas em geral. Por fim, após três anos de estabilidade, a inadimplência dos consumidores esboça sinais de crescimento e deverá se elevar ao longo de 2016.

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Metodologia

O indicador de registro de inadimplência é elaborado a partir da quantidade de novos registros de dívidas vencidas e não pagas informados à Boa Vista SCPC pelas empresas credoras. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100 e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau. Em virtude da Lei Estadual de São Paulo n° 15.659/2015, a partir de setembro de 2015 passou-se a usar como referência para este estado o número de cartas de notificação enviadas aos consumidores em vez dos números de débitos ativos na base do SCPC.

A série histórica do indicador está disponível em: http://www.boavistaservicos.com.br/economia/registro-de-inadimplencia/

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Boa Vista SCPC lança Universidade de Negócios para micro, pequenos e médios empresários

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Referência no mercado brasileiro quando o assunto é empregar tecnologia em soluções inteligentes para tomadas de decisões sustentáveis de crédito e gestão de negócios, em benefício de empresas e consumidores, a Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) implanta agora essa expertise em um novo e arrojado projeto: a Universidade de Negócios | Boa Vista SCPC.

Ao compartilhar informação e conhecimento sobre temas relacionados à economia, e em especial sobre o segmento varejo, a Boa Vista SCPC pretende, por intermédio da Universidade de Negócios, ser uma parceira de negócios para capacitar empresas, principalmente as de pequeno e médio portes, para que utilizem melhor as soluções disponíveis visando ampliar vendas, otimizar processos e obter resultados rentáveis.

A Universidade de Negócios | Boa Vista SCPC está localizada na cidade de São Paulo, onde se encontra a sede da empresa. Nela acontecem aulas presenciais e pelo portal www.universidadenegocios.com.br há vídeo-aulas gratuitas para que todas as empresas, incluindo as que se encontram nas regiões mais distantes dos grandes centros, possam participar.

A primeira fase contará com cursos sobre o ciclo de crédito, e o plano é ampliar para outros temas de capacitação. “Iremos contemplar todo tipo de treinamento para a capacitação dos empresários, mas o foco principal é a preparação para a tomada de crédito, como o combate a fraudes no varejo, transações comerciais com empresas e consumidores, ações para incrementar resultados com uso de tecnologia agregada a soluções para os mais diversos tipos de negócios”, detalha Maria José Barros, diretora de Marketing e Sustentabilidade da Boa Vista SCPC.

Segundo Maria José Barros, os cursos serão direcionados às micros, pequenas e médias empresas que desejam ampliar ou atualizar o conhecimento na gestão de seus negócios. As vagas são limitadas, por ordem de chegada, e ao final dos cursos são emitidos certificados de participação.

“Desde o piloto do projeto, iniciado em 2015, foram capacitados cerca de 400 empresários”, destaca Eliane Salles Otoni, coordenadora da Universidade. Com o sucesso da aceitação na fase piloto, por parte das empresas, a Boa Vista SCPC acredita que a Universidade de Negócios se torne, em médio prazo, uma das principais referências no desenvolvimento e capacitação de empresários em todo o país.

Também está no plano da Universidade de Negócios | Boa Vista SCPC o oferecimento de cursos para o consumidor, relacionados à educação financeira, planejamento orçamentário e uso consciente do dinheiro.

Confira abaixo os próximos cursos ou acesse o site para ver a agenda completa.

 

Curso: Como vender mais em época de crise
Data: 12/07/2016 | Horário: 8h30 às 12h
Local: Rua Boa Vista, 51, Centro
Curso: Cobrança: Como recuperar mais com menos custo
Data: 19/07/2016 | Horário: 8h30 às 12h
Local: Rua Boa Vista, 51, Centro
Curso: Como prevenir fraudes e aumentar suas vendas
Data: 17/08/2016 | Horário: 8h30 às 12h
Local: Rua Boa Vista, 51, Centro
Curso: Crédito PJ: Faça negócios seguros e alavanque sua rentabilidade
Data: 23/08/2016 | Horário: 8h30 às 12h
Local: Rua Boa Vista, 51, Centro

 

 

consumidor

84% dos consumidores inadimplentes pretendem adiar as compras depois de quitar dívidas, segundo Boa Vista SCPC

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Após limparem o nome, 84% dos consumidores não pretendem fazer novas compras nos próximos meses. O resultado é da Pesquisa Perfil do Consumidor Inadimplente da Boa Vista SCPC referente ao 2º trimestre do ano. No levantamento realizado no 1º trimestre, 76% dos respondentes não tinham a intenção de ir às compras após a quitação das dívidas. Assim, aumentou em 8 p.p. (pontos percentuais) a fatia dos consumidores que se dizem mais criteriosos para gastar, compatível com o período de instabilidade econômica, altas taxa de desemprego e de inflação.

Entre os consumidores que pretendem voltar às compras, 37% planejam comprar carro zero, 9 p.p. a menos em relação trimestre anterior. A compra da casa própria aparece em segundo lugar, com 21% das menções, 3 p.p. a mais se comparado ao 1º trimestre de 2016.

Gastos com o pagamento de contas diversas – como as de educação e saúde – seguidos das compras de itens de vestuário e calçados, são os principais causadores da inadimplência, ambos com 19% das menções dos entrevistados. Os gastos com contas de concessionárias (água, luz e gás) aparecem em terceiro lugar, com 17% das menções, o que representa um aumento de 2 p.p. em comparação ao 1º trimestre do ano.

Dos inadimplentes, 42% afirmam que não conseguiram pagar suas contas em dia em função do desemprego, um crescimento de 11 p.p. em relação ao segundo trimestre de 2015. O desemprego afeta mais as famílias que ganham até dez salários mínimos: citado por 46% dos entrevistados que recebem até 3 salários mínimos e 37% que ganham de 3 a 10 salários. O segundo motivo foi o descontrole financeiro, com 24% das menções.

Já o percentual de consumidores que declaram possuir apenas uma conta como causa da restrição aumentou de 49% para 52%. 13% possuem quatro contas ou mais em atraso, contra 12% registrados no trimestre anterior.

34% dos inadimplentes dizem que o valor devido nas contas em atraso não ultrapassa R$ 500,00. Para 16% deles, as contas vencidas já ultrapassam R$ 5.000,00. De modo geral, considerando todas as dívidas mencionadas, o valor médio devido neste segundo trimestre de 2016 é de R$ 1.750,00.

Entre os meios de pagamento utilizados para efetuar as compras cujas dívidas não foram pagas estão as despesas com carnês ou boletos, que cresceram 13 p.p. em comparação ao mesmo trimestre de 2015, passando de 29% para 42% das menções. As compras realizadas com o cartão de crédito surgem em segundo lugar, com 30% das menções.

Quanto à percepção de endividamento, a pesquisa da Boa Vista SCPC mostrou que 23% dos consumidores afirmam estar muito endividados, 42% mais ou menos e 35% pouco endividado. 42% declararam estar com até 25% da renda comprometida com o pagamento de dívidas, esse percentual dobra para 19% dos entrevistados.

Ainda de acordo com a Pesquisa Perfil do Consumidor Inadimplente, sobe de 20% para 33% o percentual de consumidores que afirmam ter uma situação financeira pior neste trimestre em comparação ao de 2015. Para 44% deles a situação está igual e para 23% está melhor.

Perfil dos respondentes

Dentre os consumidores inadimplentes entrevistados pela Boa Vista SCPC, na Pesquisa Perfil do Consumidor Inadimplente, do 2º trimestre de 2016, 64% são homens. 40% dos consumidores com restrição no segundo trimestre de 2016 têm mais de 45 anos, e outros 29% têm entre 36 a 45 anos e 31% possuem 35 anos ou menos. Entre os consumidores com até 35 anos é maior a concentração de mulheres inadimplentes, 38% contra 27% dos homens. Na faixa de 46 anos ou mais, predominam os homens com 41% das menções, contra 38% das mulheres. 44% dos inadimplentes são casados.

Pesquisa na íntegra está disponível clicando aqui.

Metodologia

A Pesquisa Perfil do Consumidor Inadimplente – 2º trimestre, da Boa Vista SCPC, utiliza metodologia quantitativa para realização da coleta das informações, por meio de entrevistas pessoais realizadas trimestralmente com consumidores que procuram o atendimento do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC). A pesquisa foi realizada de 23 de maio a 3 de junho de 2016, com 1.014 respondentes.

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Movimento do comércio cai 5,1% em maio no acumulado em 12 meses e atinge novo recorde negativo

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De acordo com os dados do varejo apurados pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), o movimento do comércio caiu 5,1% em maio na avaliação dos valores acumulados em 12 meses (desde junho de 2015 até maio contra os 12 meses antecedentes). Já na comparação dos dados com ajuste sazonal, maio apresentou avanço de 0,1% frente a abril. Na comparação mensal contra o mesmo mês do ano anterior, houve queda de 4,2%.

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O resultado no acumulado em 12 meses marca novo recorde negativo na série histórica do indicador, iniciado em 2010. Desde junho de 2015 o movimento do comércio entrou em território negativo, o resultado de maio, apesar do pequeno avanço na comparação mensal, segue a tendência de queda do setor, que deve permanecer negativo até o fim do ano. Fatores como elevação de juros, piora do mercado de trabalho e inflação em patamar elevado ainda são considerados como os principais condicionantes deste cenário.

Setores

Na análise mensal, dentre os principais setores, o setor de “Móveis e Eletrodomésticos” apresentou queda de 2,5% entre abril e maio, descontados os efeitos sazonais. Nos dados sem ajuste sazonal, a variação acumulada em 12 meses foi de -7,7%.

A categoria de “Tecidos, Vestuários e Calçados” caiu 0,2% no mês, expurgados os efeitos sazonais. Já na comparação da série sazonal, nos dados acumulados em 12 meses houve recuo de 6,3%.

A atividade do setor de “Supermercados, Alimentos e Bebidas” subiu 1,2% no mês, na série dessazonalizada. Na série sem ajuste, a variação acumulada em 12 meses recuou 4,2%.

Por fim, o segmento de “Combustíveis e Lubrificantes” subiu 0,3% no mês – considerando dados dessazonalizados. Na série sem ajuste, a variação acumulada em 12 meses apresentou queda de 4,4%.

Abaixo, a tabela contemplando os valores citados.

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Metodologia

O indicador Movimento do Comércio é elaborado a partir da quantidade de consultas à base de dados da Boa Vista, por empresas do setor varejista. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100, e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau.

A série histórica do indicador está disponível em: http://www.boavistaservicos.com.br/economia/movimento-comercio/

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Demanda por crédito cai 6,8% em maio, revela Boa Vista SCPC

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A demanda do consumidor por crédito teve queda de 6,8% em maio/2016, na comparação com o mês anterior, de acordo com dados nacionais da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). O indicador caiu 8,9% na avaliação interanual, 6,3% no acumulado do ano (até maio/16), e 4,3% na variação acumulada em 12 meses. 

Considerando os segmentos que compõem o indicador, a avaliação mensal dessazonalizada mostrou que nas instituições financeiras houve queda de 3,8%, enquanto para o segmento não-financeiro caiu 8,8%.

A grande incerteza econômica gerou um cenário bastante adverso para o consumidor em 2015 e que permanece em 2016. A gradual deterioração da economia contribuiu decisivamente para piora do índice e que agora, de forma tímida, tenta se recuperar. Fatores como a alta das taxas de juros e inflação consistentemente elevada, aumento do desemprego são apenas algumas das variáveis condicionantes deste resultado, que gera como consequência um consumidor bastante cauteloso. Assim, a expectativa é que a demanda por crédito continue em território negativo, tornando a obter crescimento somente a partir de 2017.

A seguir, a tabela contendo o resumo dos dados apresentados.

Metodologia

O indicador de Demanda por Crédito – Pessoa Física é elaborado a partir da quantidade de consultas de CPF à base de dados da Boa Vista por empresas. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100 e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau.

A série histórica deste indicador inicia em 2010 e está disponível em: http://www.boavistaservicos.com.br/economia/demanda-por-credito/

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Vendas no Dia dos Namorados recuam 5,8% em 2016, segundo Boa Vista SCPC

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Dados da Boa Vista SCPC mostram que em 2016 as vendas do comércio para o Dia dos Namorados recuaram 5,8% comparadas a 2015, registrando a segunda queda desta data comemorativa desde 2009. Em 2015, as vendas diminuíram 0,5% em relação ao mesmo período de 2014.

Com base na projeção de uma nova queda real no faturamento do comércio varejista, na proporção de vendas do período do dia dos namorados em relação ao total do mês e no resultado de queda de 5,8% no número de consultas da base de dados da Boa Vista SCPC, a FecomercioSP estimou que o faturamento total no varejo deve ter sido 11% menor do que em 2015 (descontada a inflação), ou de cerca de R$ 5 bilhões a menos do que no mesmo período do ano passado.

O movimento do Dia dos Namorados segue a tendência de queda das vendas do varejo e das demais datas comemorativas. Com esse resultado, aponta para mais um ano negativo para o comércio decorrente da inflação ainda elevada, dos juros altos, do forte aumento do desemprego, que afetam a disposição das famílias em consumir.

Metodologia

O cálculo do volume de vendas para o Dia dos Namorados de 2016 é baseado em uma amostra das consultas realizadas no banco de dados da Boa Vista SCPC, com abrangência nacional. Para este Dia dos Namorados foram consideradas as consultas realizadas no período de 1º a 12 de junho de 2016, comparadas às consultas realizadas entre 1º e 12 de junho de 2015.