Empresas fontes têm papel fundamental na consolidação das informações que compõem Cadastro Positivo

Desde que o Cadastro Positivo passou a receber automaticamente, há pouco mais de um ano, informações de pagamento e dados cadastrais dos consumidores (pessoa física e pessoa jurídica), o Brasil aponta para uma nova perspectiva de desenvolvimento econômico. No entanto, para que possa beneficiar um número maior de consumidores, é preciso que mais empresas fontes compartilhem informações de pagamento dos seus clientes, com os Gestores de Banco de Dados (GBD).

A Boa Vista, autorizada pelo Banco Central a operar como GBD do Cadastro Positivo, informa que mesmo com as instituições financeiras e algumas empresas do varejo já enviando as informações de seus clientes, há ainda milhares de outras empresas fontes, de diferentes portes e segmentos, que precisam iniciar o compartilhamento. São informações de pagamento, em dia, em atraso ou com ausência, que estarão englobadas no Cadastro Positivo para beneficiar e incluir o maior número de brasileiros no mercado de crédito.

Como explica Ronaldo Sachetto, diretor executivo de Dados da Boa Vista, para que as empresas fontes compartilhem essas informações, elas precisam compreender que têm esta responsabilidade e que se enquadram no perfil. De um modo geral, são as que fazem vendas a prazo, realizam financiamentos de qualquer espécie e exercem atividade comercial que envolva risco financeiro, como instituições financeiras, fintechs, startups, indústria, varejo, atacado, e de serviços continuados, como as de telecomunicações e as que fornecem água, energia elétrica e gás.

Para o diretor executivo da Boa Vista, com este compartilhamento, as empresas fontes ganham na ampliação de sua capacidade de vender a crédito, ao mesmo tempo em que reduzem o risco de inadimplência, contribuindo para a consolidação do Cadastro Positivo no país. Com mais oferta segura de crédito, o mercado de consumo cresce, gera mais empregos e contribui para a qualidade de vida. Efeito que, neste contexto de instabilidade ocasionada pela pandemia, também contribui para a retomada dos negócios.

Muitos consumidores, por sua vez, têm exigido a inclusão do seu histórico de crédito e dados cadastrais no Cadastro Positivo. Logo, empresas fontes que ainda não enviam, podem ser cobradas pelos seus clientes para fazê-lo, com o risco de processos judiciais questionando a falta da inclusão. Elas podem ainda ter de responder junto aos órgãos de defesa do consumidor, caso os cidadãos sintam-se prejudicados em não ter as informações positivas ajudando na análise do seu score (nota de crédito).

“O Cadastro Positivo inclui milhões de novos brasileiros ao mercado de crédito. Especialmente aqueles que não têm conta em banco ou um emprego com carteira assinada e, por isso, têm dificuldade para obter um empréstimo ou financiamento, mesmo com o histórico de honrar os seus compromissos financeiros. Logo, ajuda a reconhecer quem é bom pagador, mesmo quando algum imprevisto momentâneo o impede de pagar uma conta, ampliando as chances de obter crédito”, ressalta Sachetto.

Empresas fontes que ainda precisam iniciar o envio das informações para a Boa Vista, podem se informar a respeito no Portal de Envio de Dados do Cadastro Positivo – www.boavistaservicos.com.br/fontes. O diretor da Boa Vista explica que só é possível o compartilhamento das informações positivas pelo meio digital. Para isso, é preciso que uma equipe de Tecnologia da Informação própria ou um fornecedor de TI, conhecidos como software houses, desenvolvam um layout para o envio desses dados.

Como GBD, a Boa Vista está preparada para o compartilhamento de informações positivas por parte das empresas fontes do Cadastro Positivo e está à disposição para ajudá-las neste processo. A Boa Vista também está adequada à LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados, para garantir ainda mais segurança na proteção dessas informações.


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